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Saúde mental no trabalho: o preço da produtividade

A saúde mental custa milhares de milhões às empresas. Saiba como as perturbações mentais afetam a produtividade.

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O impacto económico das perturbações mentais tem vindo a aumentar de forma significativa. 

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), perdem-se anualmente cerca de 12 mil milhões de dias úteis devido à depressão e à ansiedade, com um custo global estimado em um bilião de euros. 

Em Portugal, de acordo com a Ordem dos Psicólogos, o absentismo e o presentismo associados ao stress podem chegar aos 3,2 mil milhões de euros por ano.  

Nas empresas, este impacto traduz-se em efeitos concretos: 

  • menor produtividade;  
  • aumento do absentismo;  
  • maior rotatividade de colaboradores;  
  • perda do conhecimento e continuidade nas equipas.  
Apesar deste cenário, há também uma oportunidade clara. Cada vez mais organizações reconhecem que cuidar da saúde mental dos colaboradores é essencial para garantir melhores resultados e uma maior sustentabilidade. 

Em Portugal, o tema tem vindo a ganhar mais visibilidade. Algumas empresas já apostam em apoio psicológico, programas de bem-estar e maior flexibilidade laboral.  

Ainda assim, há um caminho importante a percorrer, sobretudo na redução do estigma e no desenvolvimento de lideranças mais preparadas para lidar com estas questões. 

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